17 de maio de 2009

Uma música, Uma poesia - reflexões biológicas

Prejudice & Instinct

What you mean you are free?
Have opinions, independence
From what? Economic, moral or beliefs?
It’s not clear enough our machine?

What you mean you’re superior?
With pride or with vanity?
What for? To show relevance
It’s not clear enough our politic?

Group of organisms
Invisible worlds in domain
We are puppets at service of molecules

Pure free will
Stubborn naive illusion
Finish or continue – it’s the only decision

Prejudice comes from the fetus
We choose without a think
How? Instinct is our guide
When to release it, the most don’t know

Food, people, customs
We selected with a purpose
What? Without a reason it’s only mimic
Think and reflect, you are who leads

Prejudice! Living Instinct!
Education! Life Intense!

With no instinct we’ll never exist
Now we can overcome this
Non-procreation it’s not disease
Personal choices are allowed
Should we perish?
Do we deserve the future?
Let’s make the culture
It might be poor or pure
Livre ou determinado?

Somos máquinas orgânicas
Mas queremos ser biônicas

Somos livres para desejar tudo
Mas desejamos nossas vontades
Vivemos cheios de oportunidades
Mas sequer vemos as alteridades

Se agimos como auxiliadores
Não sabemos o que é amor-próprio
Se portamos um egoísmo
Dizem que estamos a usar ópio

Para sermos livres, nos isolamos
Mas como ficam as necessidades?
São resquícios e reminiscências
Desta nossa aprisionante vontade

Conseguiremos felicidade?
Com livre-arbítrio dissimulado
E com determinismo ignorado

Sem origens, vem o inevitável niilismo
Trágico pessimismo ou Socrático otimismo?


Não usar razão nem ilusão
Vida não se justifica
Não importa, só é sofística

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